Padre Assessor da Pastoral Afro-brasileira fala sobre liturgia

Ao ver esse videos achei interessante no meio de uma luta por liberdade de expressão a CNBB
cria a pastoral afro-brasileira.porem me faço uma pergunta; sera mais uma forma de se manter e manipular a população de comunidade de terreiro.

Porem tenho que lembra dos últimos  verdadeiros pastores  de almas o  santo papa  João Paulo ll e  Bento XlV  pois  foram  homens de sabedoria divina. o papa João Paulo teve a humildade de se desculpar pelas atrocidades cometida pela igreja no passado e isso é um gesto de amor divino, após sua morte  o papa Bento  reavalia os dogmas da igreja e entrega ao culto ecumenico mesmo contra  os elitista da entidade religiosa  do catolicismo criou a pastoral afro-brasileira vamos  parabenizar e espera que serja realmente uma comunhão entre a igreja e povos de matrizes africanas


CARTA DA AMPLIADA DO REGIONAL DAS CEBs – FEVEREIRO 2013
De 23 a 24 de fevereiro de 2013 nos encontramos na Chácara Santo Inácio, na cidade de Feira de Santana, 48 delegados e delegadas que representam 21 dioceses e arquidioceses de nosso Regional Nordeste 3.
Depois da acolhida e a oração inicial, Luis Miguel Modino, fez uma análise de conjuntura partindo da ideia de como ser Igreja de CEBs nos dias atuais a partir do que o 12º Intereclesial nos disse. O elo condutor foi o proverbio africano: “Gente simples, fazendo coisas pequenas, em lugares pouco importantes, consegue mudanças extraordinárias”, que Dom Moacyr Grecchi, usou na celebração de abertura do 12º Intereclesial para definir as CEBs. A partir daqui foi analisada a realidade sócio eclesial hoje, e como esta realidade nem sempre responde a este jeito de se colocar diante da vida.
Os trabalhos foram desenvolvidos em cinco rancharias: As transformações sociais e a vivência da fé; as CEBs no Contexto Urbano; uma Opção pelos pobres a partir do Documento de Aparecida; Justiça e Profecia na construção do Reino e as CEBs conquistas de ontem e de hoje. Estas rancharias contaram com a assessoria de Luis Miguel Modino; Benedito Ballio; Paulo Silva; Luciano Bernardi e Terezinha Foppa. A partir do trabalho realizado em cada uma delas surgiu uma serie de desafios que devem levar à reflexão as CEBs.
Diante da mudança de época, como vivenciar nossa fé? Respeitando o outro, as diferenças; dando testemunho da nossa fé nos ambientes que vivemos; assumindo que a tecnologia, bem usada, ajuda a vivenciar a fé, em especial com a juventude; sendo conscientes que do mesmo modo que a mulher tem tido um papel fundamental nas transformações da sociedade, precisa ter seu lugar reconhecido na Igreja, mas para isso precisa de transformações; retomando a consciência comunitária frente à mentalidade individualista.
É preciso recuperar a memória histórica; formação e trabalho de base; estimular o espírito solidário; colocar as CEBs como eixo da pastoral; entender as diferenças entre paróquia com CEBs e de CEBs; denunciar o papel da mídia católica, que dificulta a vivência comunitária.
Como levar para a prática a opção pelos pobres que aparece nos Documentos da Igreja Latino-americana? A Igreja precisa reconhecer o rosto de Cristo nos pobres, pois essa opção pelos pobres tem raiz bíblica e Trinitária; sentir Maria como discípula missionária que assume a opção pelos pobres a través do Magnificat; sermos conscientes que Aparecida tem como objetivo a defesa da vida em todas suas dimensões, mas não critica as injustiças cometidas contra pobres, indígenas e afro-descendentes.
Diante do texto do samaritano reconhecer quem mais assalta hoje (mídia); nos perguntar quais são as hospedagens onde são acolhidos aqueles que estão à beira do caminho; como aproximar-se e acolher na realidade de hoje; como expandir para o ano todo o grito bonito da Campanha da Fraternidade; fazer que aquilo que a gente reza seja colocado em prática; como saber quem são os verdadeiros donos do mundo, nem sempre visíveis; sentimos que hoje o profetismo virou uma estética, e não podemos considerar normal a cultura de morte; precisamos fomentar a comunhão dentro e fora da Igreja; como recuperar a liberdade de expressão.
Em nossa Igreja, em nossas CEBs, como acolher os homoafetivos; como dar espaço para as mulheres, especialmente para as mulheres negras, também numa liturgia inculturada; qual é a vivência da juventude dentro das comunidades; procurar pontos comuns em que todos concordem para o bem do coletivo; respeitar às diferenças e buscar nelas a complementariedade e não a divisão; vida equilibrada com o planeta; valorizar a identidade daqueles que ao longo de mais de quinhentos anos conseguiram viver em harmonia com a natureza; valorizar o ancestral e os conhecimentos que passam de pai para filho; construção da soberania a partir das comunidades.
Encerramos esta parte do trabalho em grupos com um momento de mística, que nos ajudou a colocar nas mãos de Deus aquilo que faz parte de nossa caminhada e vivência da fé. Também não poderia faltar um momento de confraternização depois de um dia de profunda reflexão.
A celebração eucarística, presidida por Dom Itamar Vian, arcebispo de Feira de Santana, foi momento para celebrar juntos nossa fé e vida e dar inicio a nossos trabalhos no domingo, onde a reflexão foi centrada em torno do 13º Intereclesial, a ser celebrado em Juazeiro do Norte de 07 a 11 de janeiro de 2014. Foi tempo para organizar os passos a serem dados e possibilitar a reflexão e participação de nossas CEBs deste momento marcante em nossa caminhada eclesial.
Agradecemos à Arquidiocese de Feira de Santana pela possibilidade que nos ofereceu de poder celebrar esta ampliada do Regional das CEBs. A Dom Itamar, que desde o inicio apoiou e agradeceu o fato de nos encontrar aqui, a Companhia de Jesus que cedeu o espaço para nos encontrar e a tantas pessoas que voluntariamente, com tanto carinho fizeram nos sentir em casa.

MAIS UMA CONQUISTA: Ialorixá Baiana é o Mais Novo Membro da Academia Baiana de Letras

Os praticantes do candomblé e de outras religiões de matrizes africanas, vem a cada dia ocupando seu merecido lugar de direito na sociedade brasileira através de suas capacidades espirituais eintelectuais.

Eleita por 22 votos dos acadêmicos na tarde de quinta-feira (25/04), mãe-de-santo ocupa cadeira 33, cujo patrono é o poeta Castro Alves, que era ocupada pelo historiador e professor Ubiratan Castro, falecido em janeiro.

Em 2009, mãe Stella recebeu o título de Doutora Honoris Causa da Universidade do Estado da Bahia. Desde a última quinta-feira (25/04), a ialorixá do terreiro Ilê Axé Opó Afonjá, mãe Stella de Azevedo dos Santos, também chamada de Mãe Stella de Oxóssi, passou a ocupar a cadeira de número 33 da Academia de Letras da Bahia. A mãe-de-santo recebeu 22 votos dos acadêmicos em sessão realizada na quinta para escolher o novo nome para a vaga deixada pelo historiador Ubiratan Castro, que morreu em janeiro.

O poeta Castro Alves é o patrono da cadeira 33, que já foi ocupada por nomes como Francisco Xavier Ferreira Marques, Heitor Praguer Fróis, Waldemar Magalhães Mattos, além de Ubiratan, que era presidente da Fundação Pedro Calmon.

A Academia de Letras da Bahia tem 40 membros, entre eles, João Ubaldo Ribeiro, José Carlos Capinan, Myrian Fraga, Cid Teixeira, Ruy Espinheira Filho, Consuelo Pondé, Hélio Pólvora, Florisvaldo Mattos e Edivaldo Boaventura.

Mãe Stella é colunista do jornal A Tarde e autora de livros como “Meu tempo é agora”, “Òsósi – O Caçador de Alegrias” e “Epé Laiyé- terra viva”. Em 2009, recebeu o título de Doutor Honoris Causa da Universidade do Estado da Bahia (Uneb).



Coordenação de Comunicação da SEPPIR

CONSEAN REALIZA ELEIÇÃO PARA REPRESENTAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL

O Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional (Consean/SE), vinculado à Secretaria de Estado da Inclusão, Assistência e do Desenvolvimento Social (Seides), realizou nesta quinta-feira, 25, o Fórum de Eleição para nova representação da sociedade civil no biênio 2013/2015. O evento aconteceu no auditório “Ser
gipe Mais Justo”, na sede da Seides.


Reuniram-se para o Fórum servidores e voluntários de entidades que trabalham para garantir as políticas destinadas à segurança alimentar nos municípios sergipanos. Com o processo de votação, líderes de assentamentos, cooperativas e técnicos em nutrição de 17 instituições foram nomeados conselheiros.
Durante o encontro também foram apresentados novos planos indicados pelo Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) para fortalecer ocomércio de alimentos produzidos por agricultores familiares e o envolvimento da sociedade civil e de todas as instâncias do poder público. A ideia é ampliar as possibilidades de compradores, como hospitais, quartéis e outros estabelecimentos.

A presidente do Consean, Xifronese Santos, apontou o momento como sendo especial para a organização no estado, desejando aos candidatos que se envolvam e cobrem sempre mais dos governos o fortalecimento das políticas. “Vamos continuar sonhando e lutando para realizar nossos sonhos e ajudar o nosso povo”, enfatizou.


Representante da Seides no Consean, a diretora do Departamento de Segurança Alimentar e Nutricional (Dsan), Rosane Cunha falou que o Conselho possui grande relevância para as políticas da secretaria, como a Feira da Agricultura Familiar e o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).


“Na nossa política de segurança alimentar, e
Rosane Cunha

dentro dessa política de desenvolver a Feira da Agricultura Familiar aqui em Sergipe, a presença do Conselho é imprescindível. Temos um planejamento para ampliarmos o PAA em Sergipe. E depois que conhecermos a nova gestão, gostaremos de termos a presença constante do Conselho no nosso Departamento para o desenvolvimento dessas políticas”
, disse.
Entre conselheiros e suplentes, 17 entidades foram eleitas. O militante do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), Gil Marcos, foi reconduzido ao cargo de conselheiro e destacou que o MST sempre lutou pelo uso da terra e valoriza a participação no Consean. “Nós acreditamos que contribuímos e queremos continuar nessa luta”, disse.
Dentre todas as entidades que pleitearam uma vaga no conselho, a mais disputada foi a vaga para representar os povos tradicionais e o povo de terreiro que teve duas entidades – Astuc eSormaese na briga pela vaga que foi decidida somente com o uso do regulamento. Segundo o regulamento do edital, apenas poderia concorres as vagas as entidades que tivessem participado do fórum que aconteceu na semana passada, 19/04 e que tivessem entregado sua documentação até a data de 24/04 e a Sormaese não preencheu esses dois requisitos básicos deixando a vaga para a Astuc e seu representanteJose Jackson dos Santos (Kekeu), mas sobre muito protesto.
As demais entidades com representações eleitas foram: Federação dos Trabalhadores da Agricultura de Sergipe (Fetase); Instituto de Cooperação para o Desenvolvimento Rural Sustentável(Icoderus); Universidade Federal de Sergipe(UFS)Sindiprev/SE (Sindicato dos Trabalhadores em Saúde e Previdência no Serviço Público); Ascama; União Nacional das Cooperativas de Agricultura Familiar e Economia Solidária (Unicafes); Ascosul; Amase; Sormaese; Associação Sergipana dos Terreiros de Umbanda e Candomblé (Astuc ); ASI; Pastoral da Criança e Cáritas.
INFO: ASCOM SEIDES e REDAÇÃO P.A.






Rum de Oyá: Dominga De Oyá








































Pastor da Assembleia de Deus de Canindé é Faz Filme Comentendo Adultério

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Imagens Ilustrativa

Vazou nos celulares e computadores da cidade de Canindé um vídeo que mostra cenas de sexo entre um pastor da Igreja Assembleia de Deus e uma fiel da igreja. As cenas de adultério entre a autoridade religiosa e a fiel tornou-se escândalo no município e repercutiu no semanário Cinform.

Tudo começou com um vídeo longo de aproximadamente 15 minutos, filmado em um motel com cenas fortíssimas entre o pastor Manoel Macambira de Brito e uma fiel de 35 anos. As cenas de adultério de ambas as partes repercutiu na sociedade do Alto Sertão.

O Pastor José Antônio dos Santos, da Igreja Assembleia de Deus explica que foi ele que levou o Pastor Manoel Macambira, conhecido como Dedé, para a cidade de Canindé, após ser liberado da cadeia na década de 90. Ele havia sido preso em uma cidade de Alagoas por tráfico de drogas.

O Pastor José Antônio explica ainda que ele realizou o casamento de Dedé, e após ele fazer um pacto com Deus, foi consagrado pastor em 2007, e foi destinado para assumir uma igreja no Capim Grosso em Canindé.

Em decorrência do ato, o pastor foi excluído da Congregação, perdendo as credencias para manter-se no posto religioso.

Da redação Itnet, Aparecido Santana

Alagoas Realiza Ato de Repúdio a Intolerância Religiosa

A denúncia de discriminação religiosa aos de matriz africana por parte da Prefeitura Municipal de Maceió será o tema de um ato público, que acontece nesta segunda-feira (03) a partir das 13h, em frente ao Fórum localizado no bairro do Barro Duro, em Maceió. O protesto de repúdio é devido à limitação de horário e espaço físico no dia 08 de dezembro para as manifestações em homenagem à iemanjá.


A ação é promovida por representantes de várias casas de axé, entidades do movimento negro alagoano, grupos afro-culturais, inclusive, pessoas de crenças diversas e de outras instituições que combatem a intolerância religiosa.
Durante o ato será entregue o mandado de segurança para garantir a liberdade da celebração religiosa, e ainda, a manifestação de repúdio contra a impugnação das atividades afro-culturais na Praça Multieventos em prol do show gospel “Maceió de joelhos”. De acordo com lideranças religiosas, grupos de afoxés, maracatus e bandas de percussão solicitaram o espaço com antecedência, porém o pedido foi indeferido pela Secretaria Municipal de Controle e Convívio Urbano (SMCCU).
Outro ponto em questão é que, pela segunda vez consecutiva, órgãos municipais querem limitar horário e espaço físico no dia 08 de dezembro para as manifestações realizadas por diversas caravanas com adeptos das religiões de matrizes africanas, oriundas de várias partes de Alagoas, que vem para a orla de Maceió homenagear Iemanjá. A atividade já faz parte do calendário cultural do Estado como Dia de Resistência da Religiosidade Afro brasileira (Lei nº 7.384, de 12 de julho de 2012) e, também, atrai centenas de turistas e simpatizantes.
De acordo com o Estatuto da Igualdade Racial, Lei nº12.288, de 20 de julho de 2010 – destinado a garantir à população negra a efetivação da igualdade de oportunidades, a defesa dos direitos étnicos individuais, coletivos e difusos e o combate à discriminação e às demais formas de intolerância étnica – no capítulo III, artigo 23: “É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e suas liturgias”. Portanto, a celebração de festividades e cerimônias de acordo com preceitos das religiões não podem ser impedidos, caso contrário, é enquadrado como racismo.
O caso tem sido acompanhado pelo Ministério Público; a Comissão de Defesa das Minorias Étnicas e Sociais da OAB-AL; projeto Xangô Rezado Alto da Universidade Estadual de Alagoas (Uneal); Secretaria Estadual da Mulher, Cidadania e Direitos Humanos; e a Ouvidoria da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir).
Iemanjá
Iemanjá é a matriarca do panteão afro sagrado, seu nome é derivado de três outras palavras do dialeto africano iorubá: yèyé (mãe), omo (filha) e ejá (peixe). O orixá feminino dos lagos, mares e fertilidade, também, é um dos orixás mais respeitados e populares. Também conhecida como rainha do mar, dona Janaína, Inaê, Princesa de Aiocá e Maria no sincretismo religioso – em Alagoas, é Nossa Senhora da Conceição devido à relação com a maternidade. 
INFO: CADA MINUTO